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Mass for the Solemnity of the Immaculate Conception at Manila Cathedral 


A defesa da Imaculada Conceição - por Duns Scotus




History Channel - Nossa Senhora de Fátima - Fatos extraordinários.
 

Em conseqüência, pode-se dizer que na profecia de Gn 3,15 está contido, de modo ainda pálido, o núcleo de toda a Mariologia, ou seja, é apresentado o nexo .




Venerado pelas pessoas de fé como o lugar onde a Virgem Maria passou, em retiro e orações, os últimos anos da sua vida. Imersa no verde da serra de Bulbul, esta humilde casinha ficou esquecida até 1892, quando foi declarada meta sagrada para romarias. Sobre os fundamentos dessa casinha, hoje só ruínas, agora há uma igrejinha de pedras, que tornou-se famosa por causa das numerosos viagens de oração do Papa Paulo VI e do Papa João II. Paradas para vendas em um bazar.

Segundo a bíblia nos conta, durante a sua vida na terra Jesus e Maria viveram onde actualmente é Israel/Palestina. Mas após a morte de Jesus, Maria sua mãe ficou a viver com um dos seus discípulos, João, tal como é referido nesta passagem da bíblia:
"Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo que ele amava (João), disse a ela: -- Este é o seu filho. Em seguida disse a ele: -- Esta é a sua mãe. E esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele." João 19:26-27
Ora, é sabido também que depois da morte de Jesus os discípulos se espalharam pelo mundo conhecido de então (Império Romano), tendo João ido para Éfeso, na altura um importante porto marítimo nas margens do mediterrâneo, actual Turquia. Hoje podem ser visitadas as impressionantes ruínas da cidade romana, assim como as ruínas da basílica de S. João, onde se encontra o túmulo do apóstolo.
O local onde Maria terá vivido encontra-se nas montanhas a cerca de 8km a Sul da cidade, e permaneceu no anonimato até 1881, altura em que um padre francês, tomando por base algumas pistas existentes para a existência do local, descobriu as ruínas da casa.
A casa encontra-se no topo duma montanha. À entrada do parque que a rodeia paga 10,75YTL, para ajudar nas despesas de manutenção do parque.
Lá dentro, pode visitar a casa, beber água das fontes milagrosas que estão mesmo por de baixo dela, e deixar os seus desejos num papelinho enfiado na parede.
Há ainda um recinto ao ar livre (pequenino, não imaginem que é Fátima), onde os grupos de peregrinos costumam celebrar missa.

Observação: na visita no interior dos sítios arqueológicos cavados há um percurso a pé, portanto é aconselhável usar calçados confortáveis. Para a visita da Casa da Vigem Maria são obrigatórias roupas adequadas a um lugar religioso.


Proclamazione del Dogma dell'Assunzione 


 
Deus na Bíblia deu vários sinais, d’Ele (na Sarça ardente, na Nuvem que guiava o povo no deserto, e outros), da Santíssima Trindade (nos Três Anjos que apareceram a Abraão), e tantas outras coisas.

Sobre  Jesus Cristo e Nossa Senhora há muitos acontecimentos que apontam aos dois.

Em Prima - "Estrela de Jacó"
 
“Eu o vejo, mas não é para agora, percebo-o, mas não de perto; uma estrela (Maria) procederá de Jacó e um cetro (Jesus, o Rei dos reis) levanta-se de Israel, que fratura a cabeça de Moab, o crânio dessa raça guerreira (satanás e seus seguidores, Jesus venceu o Pecado e acabou com o reinado de satanás). (Num 24,17)”.

Em Terça - "Trono do Grão Salomão"
“Banaías, filho de Jojada, respondeu ao rei:” “Assim seja; assim queira ordenar o Senhor, o Deus de meu senhor e rei! Esteja ele com Salomão assim como esteve com o rei, meu senhor, e eleve o seu trono ainda acima do trono de meu senhor o rei Davi!” (I Reis 1, 36-37)
O trono sustenta o rei, o trono não é o rei, mas o trono foi elevado acima dos outros tronos. Nossa Senhora foi elevada acima de nossa natureza, para sustentar em Seu ventre o Rei, Jesus.

 
Em Noa - "Cidade de torres guarnecida..."
“Levantou torres fortificadas em Jerusalém, na porta do ângulo, na porta do vale e no ângulo. Construiu também torres no deserto.” (II Cro 26, 9-10a)
Uma cidade com torres é bem protegida, vê de longe o perigo. Assim Nossa Senhora é nossa torre, pois nos protege dos inimigos e o avista de longe.

e "Ó vós que alentastes o sumo Davi!..."
 “O rei Davi estava velho, avançado em anos, e por mais que o cobrissem de roupas, não se aquecia. Seus familiares disseram-lhe: “Busquemos para nosso senhor, o rei, uma donzela virgem que sirma o rei e tenha cuidado dele, e durma em seu seio para que ele se aqueça”. Procuraram, pois, em toda a terra de Israel, uma donzela formosa; encontraram Abisag, a sunamita, e levaram-na ao rei. Essa donzela era muito formosa. Ela cuidava do rei e o servia, mas o rei não a possuiu.” (I Rei 1, 1-4)

Ora a sunamita era virgem e permaneceu virgem, como Nossa Senhora, mas serviu de alento ao Rei, como Nossa Senhora ao Rei dos reis, quando o carregou em Seus seios para aquecer o pequeno Jesus.
Em Vésperas - "...relógio que andando atrasado serviu de sinal ao Verbo encarnado".
Josué falou ao Senhor no dia em que ele entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse em presença dos israelitas: “Sol, detém-te sobre Gabaon, E tu, ó lua, sobre o vale de Ajalon.”
E o sol parou, e a lua não se moveu até que o povo se vingou de seus inimigos. Isto acha-se escrito no Livro do Justo. O sol parou no meio do céu, e não se apressou a por-se pelo espaço de quase um dia inteiro. Não houve, nem antes nem depois, um dia como aquele, em que o Senhor tenha obedecido à voz de um homem, porque o Senhor combatia por Israel. Depois disso, Josué com toda a sua tropa voltou para o acampamento de Gálgala. (Josué 10, 12 – 15)
Neste texto bíblico, visto do ponto de vista de Jesus, os inimigos são os demônios e não os homens. O relógio do tempo (símbolo de Maria) parou, ou atrasou várias horas e com isto o povo teve a salvação que vem de Deus. (símbolo de Jesus – que significa Deus Salva)

Em outra parte da Bíblia:
“Ezequias disse a Isaías: “Qual o sinal de que o Senhor me curou e de que poderei subir ao templo dentro de três dias?” Isaías respondeu-lhe: “Eis o sinal que te dará o Senhor para que saibas que se há de cumprir a sua promessa. Queres que a sombra se adiante dez graus ou recue dez graus?” _ “É fácil, replicou Ezequias, que a sombra se adiante dez graus. Não! Quero que ela recue dez graus.” Orou o profeta Isaías, e o Senhor fez com que a sombra recuasse dez graus no relógio solar de Acaz. (II Reis 20, 8-11)

Ora Ezequias queria um sinal de que seria curado. O relógio solar atrasou, a seu pedido, dez graus, para mostrar que estava curado. Novamente, o relógio do sol (faz alusão a Nossa Senhora, por que trouxe a confirmação de que todos nós seríamos curados do Pecado através de Jesus Cristo.)



History Channel - Nossa Senhora de Fátima - Fatos extraordinários.


"(...) Uma série de guerras terá lugar antes da última, na qual combaterão os dez reis aliados do anticristo, que serão os únicos governantes do mundo. Antes disto, porém, haverá uma falsa paz. As pessoas só pensarão em se se divertir... (...)" — Trecho da mensagem de Nossa Senhora em La Salette, no dia 19 de setembro de 1846. As profecias da Santíssima Virgem entregues à humanidade no obscuro vilarejo dos Alpes franceses apresentam-se como o centro de todas as Suas mensagens.

No dizer de Antônio Marques Bessa, ela é o "ponto estelar onde a Virgem inicia um discurso profético no qual revela o medonho futuro da humanidade... Narra a vôo de águia os momentos cruciais de uma guerra invisível e muito próxima. Fala na mentalidade de perdição que tomará conta do mundo, na corrupção dos ministros da Igreja, no plano mundial para a destruição do Espírito Santo e da presença de Deus, no aniquilamento de nações e na queda das monarquias, no relaxamento e na abominação que reinará nos lugares santos".
 

1. Conhecendo a nossa cultura
No ano de 2000 o povo brasileiro celebrou um grande acontecimento histórico: os seus primeiros 500 anos de existência. Este fato marcou a entrada do Brasil no novo milênio e levou muitos a fazerem a seguinte pergunta: hoje, passados estes cinco séculos, qual é a nossa identidade cultural? Quais são as nossas raízes? O que é "ser brasileiro"? Que coisa me faz "ser brasileiro" ? Quantas vezes não escutamos falar que o Brasil é o "País do Futebol"; o "País do samba e da alegria"; "O País do Carnaval"; ou que o brasileiro é o "rei do jeitinho", ou até mesmo que "Deus é brasileiro"?
Isso é o que a gente mais ou menos escuta falar por aí, não é mesmo? Mas, por de trás destas frases tão populares, esconde-se um problema fundamental para nós brasileiros: conhecer, valorizar e transmitir a nossa mais autêntica identidade cultural. E como podemos fazer isso? O primeiro passo é, justamente, conhecê-la.
De uma maneira bem generalizada, poderíamos dizer que somos brasileiros porque compartimos uma mesma geografia eu por que nascemos em uma mesma "nação" que é reconhecida internacionalmente com o nome de "Brasil" e que possui o seu espaço político e econômico próprio; uma autonomia própria.
Ao mesmo tempo, aprofundando um pouco mais no assunto, percebemos que nem tudo é pura uniformidade, mas que convivemos também com uma enorme diversidade. São muitos os que afirmam que o Brasil é um "País de contrastes". E não deixam de ter, desde um certo ponto de vista, razão. Um nordestino é diferente de um cidadão do sudeste, ou do sul; um baiano é diferente de um mineiro; um curitibano é diferente de um paraense e um capixaba é diferente de um potiguar. Isso sem falar nas diferenças étnicas, como entre os negros, os brancos e os índios, ou mais ainda no caso dos descendentes de imigrantes de distintos lugares do mundo.
Por tudo isso, parece que a melhor expressão para qualificar essa nossa realidade aparentemente tão ambígua, entre unidade e pluralidade, seja a mencionada pelo Papa João Paulo II quando nos visitou pela primeira vez, na cidade do Rio de Janeiro, em 1980, e também compartida por muitas personalidades brasileiras, como, por exemplo, Alceu Amoroso Lima. Eles afirmam que o Brasil é uma "unidade na pluralidade". Somos um vasto território, que ao longo de sua história, soube reunir em si as diferenças para conformar uma enorme "unidade" que não se caracteriza pela mera "uniformidade", mas pela "pluralidade". Temos assim uma categoria muito interessante para compreender um pouco mais a nossa identidade cultural.
Chegando até aqui, é necessário que façamos uma pergunta: Se é verdade que somos essa "unidade na pluralidade" que fator, ou que fatores são os responsáveis por manter essa realidade estável e ao mesmo tempo dinâmica de nossa cultura? Resumindo, quais são os elementos constitutivos essenciais desta nossa "unidade na pluralidade"?
O primeiro fator constitutivo poderíamos encontrar na língua comum. A língua portuguesa é, sem sombra de dúvidas, um desses fatores essenciais, sem os quais não poderia haver unidade. Ainda que haja inúmeras diferenças, manifestadas inclusive no "sotaque", falamos todos uma mesma língua e por isso podemos viver uma real unidade.
O segundo fator importante - claro que há muitos outros, mas por brevidade mencionaremos os mais elementares - é a consciência de uma história comum. Nos identificamos como brasileiros e nos distinguimos das demais nações por que somos uma cultura com realidade histórica. Isso é tão importante que um povo, nação ou civilização que não tenha memória histórica, corre o risco não só de ver-se desunida e sem passado, como também sem identidade.
O terceiro elemento importante - e na opinião de muitos historiadores, o mais essencial de uma cultura - é a religião. É como a "alma" de um povo. Aí estão inscritos os seus valores, o sentido da vida e a orientação última de todo o seu desenvolvimento e progresso. E no nosso país quem cumpre esse papel preponderante, e disso a história é testemunha absoluta, é a fé católica.
A fé católica, semeada desde o nosso nascimento com o encontro entre índios e portugueses aos pés da Santa Cruz, foi se propagando e dando uma real coesão à nossa cultura. Frente às muitas diferenças, frente aos problemas e dificuldades de relações entre nativos, portugueses e negros, entre muitos outros fatores, a presença da fé católica garantiu, e segue garantindo, que exista essa realidade de "unidade na pluralidade".
Um exemplo claro desse papel sintetizador, conciliador e unitivo da fé católica na formação de nossa cultura se percebe na história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Padroeira nacional.
2. Uma cultura fundad na fé e na piedade mariana
As primeiras décadas do século XVIII no Brasil não foram nada fáceis. O declínio do açúcar nordestino, a aparição de uma nova corrida aurífera no sudeste, especialmente em Minas Gerais, a concorrência de muitos "senhores" pelo monopólio da nova região do ouro, os conflitos entre negros e colonos portugueses, entre índios e os chamados "bandeirantes", bem como a grande distância do território nacional e as dificuldades nas comunicações, marcavam um panorama de tensão e de grande preocupação pelo futuro da nação, que ainda estava em formação.
E foi assim que em 1716, um novo governador da província de São Paulo e Minas de Ouro havia sido escolhido, D. Pedro de Almeida e Portugal, conhecido como o "Conde de Assumar". Vinha direto de Portugal com a difícil missão de apaziguar os conflitos na região mineira. Chega em São Paulo em 1717 e vai direto para Minas. Durante a sua viagem, chega no domingo 17 de outubro na vila de Guaratinguetá, após ter percorrido mais ou menos um terço do caminho, para descansar. A cidade recebe-o com grande festa. Passou na cidade 13 dias, sob os atenciosos cuidados do governador da Vila, o Capitão-mor Domingos Antunes Fialho.
Para a alimentação da grande comitiva que acompanhava ao Conde de Assumar, o Senado da Câmara mandou que alguns pescadores fossem conseguir peixes, já que a cidade estava rodeada pelo Rio Paraíba do Sul. E assim aconteceu que...
"Entre muitos, foram a pescar Domingos Martins Garcia, João Alves e Felipe Pedroso com suas canoas. E principiando a lançar as suas redes no Porto de José Corrêa Leite, continuaram até o Porto de Itaguassu, distância bastante, sem tirar peixe algum. E lançando neste porto, João Alves a sua rede de rastro, tirou o corpo da Senhora, sem cabeça; lançando mais abaixo outra vez a rede tirou a cabeça da mesma Senhora, não se sabendo nunca quem ali a lançasse. Guardou o inventor esta imagem em um tal ou qual pano, e continuando a pescaria, não tendo até então tomado peixe algum, dali por diante foi tão copiosa a pescaria em poucos lanços, que receoso, e os companheiros, de naufragarem pelo muito peixe que tinham nas canoas, se retiraram a suas vivendas, admirados deste sucesso" .
Havia ocorrido um milagre! Inexplicável como pode ser que em três lançadas de rede ao rio, se retirasse, continuamente, um corpo, logo sua cabeça, e mais tarde uma incrível quantidade de peixes. Felipe Pedroso, profundamente católico e tocado pela experiência, viu e creu. Foi intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus! Levou, então, a pequena imagem para a sua própria casa e poucos dias depois começou a organizar orações, sobretudo a reza constante do terço. Novos milagres foram acontecendo e a piedade foi aumentado incrivelmente. Já em 1748, pelo testemunho de alguns padres jesuítas que aí foram visitar, "eram muitos os que aí se reuniam para pedir ajuda e proteção à Senhora que eles chamam, piedosamente, de a "Aparecida"".
A própria imagem de Nossa Senhora Aparecida resume em si, todas as qualidades de síntese cultural, de conciliação e da unidade da qual estamos falando. E sem dúvida, sua "aparição" foi uma clara resposta, desde a fé, a todo esse difícil contexto político-social que atravessava a Colônia no início do s. XVIII.
Olhemos para a imagem. Nela se encontram o português (a imagem é uma réplica da Padroeira de Portugal e do Brasil, Nossa Senhora da Conceição, que desde 1646 fazia parte da devoção de D. João IV e de toda as suas colônias); o brasileiro (a imagem foi feita, segundo estudos, com "terracota", barro paulista característico da região encontrada); o índio (a imagem foi encontrada no rio indígena "Para`iwa", passo entre Minas, Rio e São Paulo, hoje, Rio Paraíba do Sul); e o negro (a imagem possui uma cor castanho escuro, tendendo ao negro).
E assim se espalhou a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, hoje, Padroeira do Brasil, cujo Santuário, na cidade de Aparecida do Norte reúne milhares de fiéis, de distintos lugares e etnias, em um bela manifestação de nossas raízes culturais, de nossa "unidade na pluralidade" mantida e fortalecida pela fé. A História de Nossa Senhora Aparecida nos ajuda, portanto, a entender esse papel tão importante da fé católica na configuração de nossa identidade cultural. Somos um país com vocação católica!
Peçamos a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a "mãe amável, a mãe querida" do nosso Brasil que interceda por cada um de nós e pelo nosso povo para que, seguindo os seus passos, possamos ir ao encontro daquele que nos espera de "braços abertos", o Cristo Redentor, o Filho de Maria. 

FONTE: Acidigital.com

 

Felipe Aquino explica a Assunção da Virgem Maria

O dogma Assunção da Virgem Maria