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A religião é o laço sagrado que une as pessoas a Deus.
O ser humano pessoa tem religião quando reconhece Deus como seu  Criador,  
 Senhor e o ama.
Quando uma pessoa ama a Deus, existee ntão um laço de amizade, uma união
sagrada  entre Deus e o ser humano.

A palavra católica significa UNIVERSAL – pois está em toda parte e porque é destinada para salvar todo a humanidade mulheres.  

A Igreja Católica foi fundada por Jesus Cristo.
O Papa é o chefe da Igreja Católica.

Preparação à Primeira Eucaristia
Apostila do Catequizando
Catecismo main 10

Catecismo da Igreja Católica - Credo Apostólico


O Congresso Internacional de Catequese (CIC), se encerrou neste sábado em Roma com uma palestra do Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Arcebispo Octavio Ruiz Arenas.
Na conclusão, lida por Dom Arenas, “a catequese deve hoje procurar renovar a forma de transmitir a fé com novas abordagens de ensino, reformulando as palavras para facilitar a compreensão dos catequizados”.
“Ao embarcar no caminho da Nova Evangelização, a catequese não pode permanecer com as mesmas características do passado”, disse, apontando o mundo digital e as redes sociais como instrumentos que a Igreja deve utilizar para fazer ouvir a mensagem do Evangelho no mundo contemporâneo.
“Ser catequista é uma vocação e não um trabalho; o mundo de hoje exige dos catequistas grande criatividade, simplicidade de vida, espírito de oração, obediência e humildade, renúncia de si mesmo, muita generosidade e autêntica caridade para todos, em particular com os pobres”, concluiu o arcebispo colombiano.
O Congresso apontou ainda que “a catequese deve estar profundamente unida à liturgia que a Igreja é o primeiro sujeito de evangelização e que a transmissão de fé deve ser feita com palavras de vida e não com linguagem de simples refrão de sobrevivência”.
Após a leitura das conclusões, Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, sem anunciar local e data do próximo encontro, referiu que “estes congressos não terminam e que temas e ideias estão surgindo para dar continuidade ao trabalho”.
Neste domingo, os 1.600 participantes do Congresso participaram da missa presidida por Papa Francisco que encerrou oficialmente o evento, enquadrado nas comemorações do Ano da Fé.

FONTE: News.va

Hoje Jornada do Catequista, o Papa Francisco presidiu à missa na Praça de São de São Pedro para cerca de dois mil catequistas vindos de várias partes do mundo em peregrinação à Sé de Pedro e para tomar parte no Congresso Internacional da Catequese, realizado nos últimos três dias em Roma, no âmbito do ano da Fé. Com o Santo Padre concelebraram numerosos bispos e padres da igreja universal, entre os quais D. Salvatore Fisichella, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, que lhe dirigiu a palavra no final da missa.
Na sua homilia o Papa deixou-se inspirar pelas palavras do Profeta Amós que diz: “Ai dos que vivem comodamente (…) e não se preocupam dos outros”. Palavras duras – disse o Papa - mas que nos chamam a atenção para o perigo que todos corremos. O perigo de termos como centro de tudo apenas o nosso bem-estar, sem nos preocuparmos com os outros, com os pobres; o perigo de - tal como o rico citado no Evangelho - perdermos a nossa identidade de pessoa, o nosso rosto humano, e de termos como rosto e como identidade apenas os nossos haveres.
Mas porque é que acontece isto, perguntou o Papa, respondendo que isto acontece quando perdemos a memória de Deus:
Se falta a memória de Deus, tudo se nivela pelo eu, pelo meu bem-estar. A vida, o mundo, os outros perdem consistência, já não contam para nada, tudo se reduz a uma única dimensão: o ter. Se perdemos a memória de Deus, também nós mesmos perdemos consistência, também nós nos esvaziamos, perdemos o nosso rosto, como o rico do Evangelho! Quem corre atrás do nada, torna-se ele próprio nulidade – diz outro grande profeta, Jeremias. Estamos feitos à imagem e semelhança de Deus, não das coisas, nem dos ídolos!
E lançando o olhar à extensa Praça de São Pedro, repleta de catequistas (entre os outros fiéis) o Papa perguntou-se:
Quem é o catequista”? É aquele que guarda a alimenta a memória de Deus; guarda-a em si mesmo e sabe despertá-lo nos outros. É belo isto!
É belo isto, prosseguiu o Papa, referindo-se a Nossa Senhora que, depois de ter recebido o anuncio do Anjo de que ia ser a mãe de Jesus, soube, de forma humilde e cheia de fé, fazer memória de Deus.
A fé contém a memória de Deus, da história de Deus connosco, do Deus que toma a iniciativa de salvar o homem - continuou o Papa, afirmando que “o catequista é precisamente um cristão que põe esta memória ao serviço do anuncio: não para dar nas vistas, nem para falar de si, mas para falar de Deus, do seu amor, da sua fidelidade. Falar e transmitir tudo o que Deus revelou, isto é a Doutrina, isto é a doutrina na sua totalidade, sem cortar, nem acrescentar”
Uma tarefa não fácil, a de guardar memória de Deus e despertá-lo na no coração dos outros, pois que isto compromete a vida toda –continuou o Papa, recordando que o próprio Catecismo não é senão memória de Deus, memória da sua acção na História, presença de Cristo na sua Palavra… e aqui o Papa dirigiu-se directamente aos catequistas:
Amados catequistas pergunto-vos: Somos memória de Deus? Procedemos verdadeiramente como sentinelas que despertam nos outros a memória de Deus, que inflama o coração (…)? Que estrada seguir para não sermos pessoas “que vivem comodamente”, que põem a sua segurança em si mesmos e nas coisas, mas homens e mulheres da memória de Deus?
Como resposta o Papa sugeriu as indicações dadas por São Paulo na sua carta a Timóteo e que podem caracterizar também o caminho do catequista, isto é: procurar a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão. E rematou:
O catequista é pessoa da memória de Deus, se tem uma relação constante, vital com Ele e com o próximo; se é pessoa de fé, que confia verdadeiramente em Deus e põe n’Ele a sua segurança; se é pessoa de caridade, de amor, que vê a todos como irmãos; se é “hypomoné”, pessoa de paciência e perseverança, que sabe enfrentar as dificuldades, as provas, os insucessos, com serenidade e esperança no Senhor; se é pessoa gentil, capaz de compreensão e de misericórdia
**
No final da missa, e antes da oração mariana do Angelus, o Papa agradeceu todos, especialmente os catequistas vindos de tantas partes do mundo e dirigiu uma saudação particular a Sua Beatitude Youhanna X, Patriarca greco-ortodoxo de Antioquia de todo o Oriente, definindo-o irmão e dizendo que a sua presença nos convida a rezar mais uma vez para a paz na Síria e no Médio Oriente…
Saudou, entre outros, também um grupo de peregrinos de Assis vindos a Roma a cavalo, os peregrinos da Nicarágua, país que celebra o centenário da fundação canónica da Província eclesiástica… e concluiu recordando que sábado foi proclamado Beato na Croácia, Mirislav Bulevisic, sacerdote, morto como mártir em 1947.
E no meio meio dum tripudio de bandeirinhas amarelas e brancas, cartazes com frases saudando o Papa, rostos sorridentes e num pano de fundo de cânticos, o Papa foi dando a mão, saudando prelados, padres, catequistas, fieis… primeiro a pé e depois no automóvel papal até à Via da Concilição cheinha de gentes de mãos no ar a acená-lo e sauda-lo com gritos de alegria…

FONTE: News.va
 
 O Papa encontrou na tarde desta sexta-feira, na Sala Paulo VI, os participantes do Congresso Internacional sobre a Catequese organizado no âmbito do Ano da Fé. Em seu discurso, o Pontífice ressaltou que "a catequese é um pilar para a educação da fé".
"É preciso bons catequistas!", exclamou, agradecendo aos presentes por esse serviço "à Igreja e na Igreja". "Mesmo se por vezes pode ser difícil, há muito trabalha, se esforça e não se veem os resultados desejados, educar na fé é belo! Talvez seja a melhor herança que podemos dar: a fé! Educar na fé" para que cresça.
Ajudar as crianças, os adolescentes, os jovens a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educacionais mais bonitas, se constrói a Igreja! 'Ser' catequistas! Não trabalhar como catequistas, eh! – observou.
Isso não serve! Eu trabalho como catequista porque gosto de ensinar... Mas se você não é catequista, não serve! Não será fecundo! Não será fecunda! "Catequista é uma vocação: 'ser catequista', essa é a vocação; não trabalhar como catequista. Vejam bem,não disse 'trabalhar como catequista, mas sê-lo', porque envolve a vida. E assim se conduz ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho".
Francisco convidou a recordar aquilo que Bento XVI disse: "A Igreja não cresce por proselitismo. Cresce por atração". "E aquilo que atrai – precisou o Papa – é o testemunho. Ser catequista significa dar testemunho da fé; ser coerente na própria vida. E isso não é fácil! Não é fácil. Nós ajudamos, conduzimos ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho."
Em seguida, recordou aquilo que São Francisco de Assis dizia a seus confrades: "Preguem sempre o Evangelho e se fosse necessário também com as palavras". Mas antes vem o testemunho: "que as pessoas vejam o Evangelho em nossa vida. E 'ser' catequistas requer amor, amor sempre mais forte a Cristo, amor a seu povo santo. E esse amor não se compra nas casas comerciais; não se compra nem mesmo aqui em Roma. Esse amor vem de Cristo! É um presente de Cristo!
É um presente de Cristo! E se vem de Cristo parte d'Ele e nós devemos partir novamente de Cristo, desse amor que Ele nos dá. O que significa esse partir novamente de Cristo, para um catequista, para vocês, também para mim, porque também eu sou um catequista? O que significa?
O Papa respondeu com três coisas. Em primeiro lugar, partir novamente de Cristo significa ter familiaridade com Ele. Mas ter familiaridade com Jesus: Jesus o recomenda com insistência aos discípulos na Última Ceia, quando se aproxima a viver a doação mais alta de amor, o sacrifício da Cruz.
Jesus utiliza a imagem da videira e dos ramos e diz: permaneçam em meu amor, permaneçam junto a mim, como os ramos na videira. "Se estivermos unidos a Ele – observou Francisco – podemos dar fruto, e essa é a familiaridade com Cristo. Permanecer em Jesus!" É um permanecer apegado a Ele, "com Ele, falando com Ele: mas, permanecer em Jesus".
"A primeira coisa para um discípulo – prosseguiu – é estar com o Mestre, ouvi-lo, aprender d'Ele. E isso vale sempre, é um caminho que dura a vida inteira."
O Papa contou um episódio: "Numa de minhas saídas, aqui em Roma, numa missa aproximou-se um senhor, relativamente jovem e me disse: 'Padre, prazer conhecê-lo, mas não creio em nada! Não tenho o dom da fé! Entendia que era um dom... 'Não tenho o dom da fé! O que me diz?' 'Não desanime. Cristo lhe quer bem. Deixe-se olhar pelo Senhor! Nada mais que isso'.
E isso digo a vocês: deixem-se olhar pelo Senhor! – exortou o Santo Padre:
"Entendo que para vocês não è tão simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de calma. Mas, graças a Deus, não é necessário fazer todos do mesmo modo; na Igreja há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isso se pode, é possível em qualquer estado de vida."
O Papa acrescentou o segundo elemento: "partir novamente de Cristo significa imitá-lo no sair de si e ir ao encontro do outro. Essa é uma experiência bonita, e um pouco paradoxal. Por qual motivo? Porque quem coloca no centro da própria vida Cristo, se descentra! Quanto mais se une a Jesus e Ele se torna o centro da sua vida, mais Ele o faz sair de si mesmo, o descentra e abre você aos outros.
"O coração do catequista vive sempre esse movimento de 'sistole – diastole': união com Jesus – encontro com o outro. Sistole – diastole. Se falta um desses dois movimentos, não bate mais, não pode viver."
O terceiro elemento, que está sempre nessa linha: "partir novamente de Cristo significa não ter medo de ir com Ele às periferias". De fato, o Pontífice exortou a não ter medo de caminhar com Jesus às periferias:
"Se um catequista se deixa tomar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranqüilo acaba por tornar-se uma estátua de museu; se um catequista é rígido torna-se estéril. Pergunto-lhes: alguém de vocês quer ser covarde, estátua de museu ou estéril?"
Francisco pediu criatividade e nenhum medo de sair dos próprios esquemas: isso caracteriza um catequista. Quando permanecemos fechados em nossos esquemas, nossos grupos, nossas paróquias, nossos movimentos – explicou – ocorre o que acontece a uma pessoa fechada em seu quarto: adoecemos.
A certeza que deve acompanhar todo catequista – acrescentou Francisco é que Jesus caminha conosco, nos precede. "Quando pensamos ir longe, a uma periferia extrema, Jesus está lá." (RL)

FONTE: News.va


Gileno Ferreira Diniz
Catequista
Resumo para crianças do Instituto João XXIII

1 – RELIGIÃO
É um laço sagrado que nos une a Deus.

2 – CRIAÇÃO
No principio só existia Deus.
Tudo foi criado do nada por Deus.
O ser humano foi criado na imagem e semelhança de Deus.
O primeiro casal se chamava Adão e Eva; eles tiveram 3 filhos: Caim, Abel e Set.

3 – SANTÍSSIMA TRINDADE
Há Um só Deus verdadeiro. Porém em Deus há três pessoas distintas:
·         o PAI, que criou tudo o que existe;
·         o FILHO, Jesus Cristo, que veio a mundo para nos salvar;
·         e o ESPIRITO SANTO, que é o amor que nos santifica.

4 – PECADO
Pecado é uma desobediência a Deus.
Os pecados são classificados, em:
PECADO ORIGINAL consiste em nascermos sem a graça de Deus. O mesmo entrou no mundo com a desobediência do primeiro casal. Este pecado é apagado com a recepção do Sacramento do Batismo.
PECADO VENIAL é uma pequena ou leve ofensa a Deus. Se apaga rezando o ATO DE CONTRIÇÃO (Meu Deus eu me arrependo  de todo o coração de Vos ter ofendido, mais prometo com a Vossa graça, nunca mais pecar. Meu Jesus misericórdia).
PECADO MORTAL é uma desobediência/ofensa grave a Lei Divina, feita voluntariamente que consequentemente mata nossa amizade com Deus, nos afastando da vida da graça. Se apaga com a recepção do Sacramento da Confissão.
Uma ação só é pecado quando é realizado voluntariamente.
O pecado pode ser feito de 04 modos: pensamentos, palavras, atos e omissões.

5 – JESUS CRISTO
É o filho de Deus Pai; a Virgem Maria gerou a condição humana Dele, José foi seu pai adotivo; nasceu pobre e viveu entre os pobres.
Ele é: Unigênito, Primogênito nosso Salvador e  Redentor.
Jesus foi crucificado, morto, sepultado e ressuscitou ao terceiro dia.

6 – VIRGEM MARIA
Privilégios e grandezas de Maria: Mãe de Deus, Imaculada, após a sua morte foi assunta ao céu e sua virgindade após o parto.
A virgem Maria tem vários títulos: Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, etc.

7 – JESUS NOSSO ALIMENTO ESPIRITUAL
Na última Ceia Jesus instituiu a Sagrada Eucaristia; transformou o pão e o vinho em seu Corpo.
Jesus ficou na Hóstia Consagrada (Eucaristia) por três motivos: 1º) Porque é nosso amigo; 2º) Havia prometido que ficaria (Mt 28,20), e, 3º) Para ser nosso alimento espiritual.

8 – A SANTA COMUNHÃO
Comungar significa receber Jesus na Hóstia Consagrada.
Ações necessárias para fazer uma comunhão bem feita: 1º) Estar em estado de graça; 2º) Estar em jejum desde uma hora antes da comunhão; e, 3º) Saber e desejar receber a Sagrada Comunhão com devoção.
A preparação antes da Comunhão consiste em nos entretermos algum tempo a considerar quem é Aquele que vamos receber e quem somos nós; e em fazer atos de fé, de esperança, de caridade, de contrição, de adoração, de humildade e de desejo de receber a Jesus Cristo.
A ação de graças depois da Comunhão consiste em nos conservarmos recolhidos a honrar a presença do Senhor dentro de nós mesmos, renovando os atos de fé, de esperança, de caridade, de adoração, de agradecimento, de oferecimento e de súplica, pedindo sobretudo aquelas graças que são mais necessárias para nós e para aqueles por quem somos obrigados a orar.

9 - JESUS ESPERA NOSSA VISITA
A Santa Missa foi instituída por Jesus Cristo, no momento da Consagração acontece o milagre da TRANSUBSTANCIAÇÃO, onde o pão e o vinho se transformam no Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
Após a Santa Missa a Eucaristia é guardado no Sacrário.  A luz vermelha próximo ao Sacrário significa que Jesus Eucarístico encontra-se ali, esperando nossa visita.

10 – SACRAMENTO DA CONFISSÃO
É o sacramento instituído por Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos após o Batismo.
Também é chamado de Sacramento da Reconciliação e da Penitencia.
Ações necessárias para uma boa confissão: 1º) Exame de Consciência, 2º) Arrependimento dos Pecados, 3º) Propósito de nunca mais pecar, 4º) Contar os pecados ao sacerdote, e 5ª) Fazer a Penitencia.
Vantagens da Confissão: 1ª) Apaga e perdoa os pecados, e 2º) Devolve a paz ao nosso coração.
Ações mais importantes da Confissão: 1º) Arrependimento e 2º) Propósito de nunca mais pecar.

11 – DEZ MANDAMENTOS
1°) Amar a Deus sobre todas as coisas
2°) Não tomar Seu santo nome em vão
3°) Guardar domingos e festas de guarda
4°) Honrar pai e mãe
5°) Não matar
6°) Não pecar contra a castidade
7°) Não roubar
8°) Não levantar falso testemunho
9°) Não desejar a mulher do próximo
l0°) Não cobiçar as coisas alheias
Do 1º  ao 3º dizem respeito a Deus; do 4º ao 10º ao próximo.

12 – MANDAMENTOS DA IGREJA
1º) Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho.
2º) Confessar-se ao menos uma vez por ano.
3º) Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição
4º) Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja
5º) Ajudar a Igreja em suas necessidades

13 – SACRAMENTOS
Batismo: é entendido como o sacramento que abre as portas da vida cristã ao batizado, incorporando-o à comunidade católica, ao grande Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja em si.
 Crisma ou Confirmação: Confirmação do Batismo ou Crisma o batizado reafirma sua fé em Cristo, sendo ungido durante a cerimônia, recebendo os sete dons do Espírito Santo. .
Eucaristia: É a celebração em memória de Cristo, recordando a santa ceia, a paixão e a ressurreição, em que o Cristão recebe a hóstia consagrada. O pão transubstanciado é distribuído aos fiéis que, ao ingerirem a hóstia estão ingerindo o corpo de Cristo. A Eucaristia é considerada o sacramento da ação de graças, na acepção da palavra original grega εὐχαριστία (transc. "eukharistia").
Reconciliação ou Penitência
 Unção dos enfermos: A Unção dos enfermos é o sacramento pelo qual o sacerdote reza e unge os enfermos para estimular-lhes a cura mediante a fé, ouve deles os arrependimentos e promove-lhes o perdão de Deus.
Ordem: O sacramento da ordem concede a autoridade para exercer funções e ministérios eclesiásticos que se referem ao culto de Deus e à salvação das almas. É dividido em três graus: Episcopado; Presbiterado; e,  Diaconato.
 Matrimônio: O sacramento que, estabelecendo e santificando a união entre um homem e uma mulher, funda uma nova família cristã. Matrimônio é o casamento entre homem e mulher, celebrado na Igreja e santificado na indissolubilidade e na fidelidade.