Em 1999/07/11 no subsolo da Basílica de Lourdes San Pio X Missa
solene foi celebrada pelo arcebispo de Lyon e concelebrada com o então
cardeal arcebispo Jean Marie Lustigier, diversos bispos franceses, os
sacerdotes e todos os superiores de mosteiros trapistas do mundo (o
Superior Geral para a esquerda do celebrante). La ceremonia es tomada por imágenes directas de la televisión francesa canal Antena 2. A cerimônia é direta imagens tomadas por canal de televisão francês Antena 2. Para
la Consagración y sobre la patena el celebrante tiene 2 Hostias de
gran tamaño que sobresalen como si fueran una bandeja una sobre la otra
sin distinción alguna, tal cual es el uso de los sacerdotes italianos y
sus homólogos franceses. Para a consagração ea patena Hostias o
celebrante tem 2 grandes salientes como uma bandeja de uns sobre os
outros sem distinção, como é o uso de padres italianos e seus colegas
franceses. En
el momento de la epíclesis se separan una de otra y así permanecen
hasta el fin del cánon, pudiendose ver perfectamente la separación entre
ambas por los cambios de colores que hay por detrás de las mismas y
los movimientos de los celebrantes. No momento da epiclese são
separados um do outro e permanecem assim até o fim do cânon, sendo capaz
de ver perfeitamente a separação entre eles, alterando as cores que
estão por trás deles e os movimentos dos celebrantes. No
se le puede llamar "milagro eucarístico",dice Allegri, porque sobre
este hecho, hasta la fecha no hay un juicio de la Autoridad Eclesiástica
en tal sentido, ya que sabemos que nuestra Fe depende de los
Evangelios, aunque este hecho nos lleva a reflexionar ya que tiene todas
las características de un "signo sobrenatural" o de un auténtico
"prodigio" a través del cual Dios mismo quiere llamar la atención de los
hombres, para aumentar la Fe en los creyentes y como signo para los
incrédulos. Você não pode chamar de "Milagre Eucarístico", diz
Allegri, devido a este facto, até à data nenhum julgamento da autoridade
eclesiástica a esse respeito, pois sabemos que a nossa fé depende dos
Evangelhos, embora este fato leva à refletindo, pois tem todas as
características de um "sinal sobrenatural" ou um verdadeiro "milagre"
através do qual Deus deseja chamar a atenção dos homens, para aumentar a
fé dos crentes e um sinal para os incrédulos. Sin más me despido de usted con un cordial saludo, habiendo solo querido ser útil en ampliar un poco más este fantástico suceso. Sem mais delongas dou-lhe uma cordial saudação, com apenas queria ser útil para expandir um pouco mais este evento fantástico.
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Eucaristia - o alimento da Igreja
De: Gileno Ferreria Diniz
DIMENSÃO TEOLOGICA (CIC 1258 – 1320)
a) No Plano da Salvação
No Antigo Testamento: Is 11,3
No Batismo de Jesus: Mt 3,13-17; Jo 1,33-34
Realização da Promessa: Jo 20,22; At 2,1-4; At
2,38
Transmissão pela imposição das Mãos: At 8,14-17;
At 19,5-6
b) O Sacramento
Parte da Iniciação Cristã.
Com o Batismo nascemos para vida divina e com o
Crisma, a graça batismal cresce e frutifica em nós. Somos associados a missão
evangelizadora da Igreja. Assim testemunhamos os valores da Mãe Igreja, esposa
de Cristo.
O caráter impresso na Confirmação, nós configura
com Cristo: somos então: PROFES, SACERDOTES E REIS.
Construímos o Reino através:
- do testemunho dos valores evangélicos;
- da fé em Jesus Cristo;
- de atitudes de serviço ao próximo.
Possui caráter indelével, só se pode receber uma
só vez (também o Batismo e a Ordem).
Na Igreja Oriental (de Tradição Grega) é
ministrado junto com o Batismo, seguido-se a Eucaristia. Na Ocidental (de
Tradição Latina) é administrada quando se atinge a idade da razão. Para receber o sacramento da Crisma é
necessário:
- assumir a missão;
- testemunhar Jesus Cristo na comunidade e nas ocupações temporais;
- professar a fé;
- está em estado de graça;
- ter a intenção de receber o Sacramento.
DIMENSÃO TEOLÓGICO-PASTORAL
a) Preparação: Catecumenato
A preparação seja realizada cheia de sabedoria,
levando o crismando a colocar Jesus no centro de sua vida (SC 64).
O exemplo é fundamental durante o catecumenato,
que vise o amadurecimento da fé.
A evangelização é baseada em: anuncio da fé
(kerygma) e acompanhamento permanente (catequese).
Que deve visar:
- a realizar uma opção pessoal na fé;
- assumir os compromissos eclesiais, familiares e sociais (temporais).
b) Organização e Metodologia (CT 46ss)
O catequista deve procurar os meios mais adaptados
para desempenhar a evangelização: desde filmes até textos. Nunca esqueça o
exemplo de sua própria vida! E da vida de oração.
Outros aspectos importantes:
- viver o tempo litúrgico;
- encontrar-se com os membros da comunidade;
- ler a Bíblia;
- conhecer e amar Jesus;
- participar da Santa Missa;
- participar dos encontros de formação.
Se a formação (o catecumenato) não provocar uma
mudança (pelo menos a freqüência a Missa) é perca de tempo.
A espiritualidade oferecida pelos formadores deve:
relacionar-se consigo e com os outros; e, viver de forma comprometida com a
sociedade e o universo (ecumene).
c) Conteúdo
-
Formação Humana
-
Bíblia
-
Sacramento
-
Igreja
-
Jesus Cristo (formação cristocentrica)
-
Sagrada Liturgia
-
Espiritualidade
d) Pedagogia das Idades e Metodologia
Seja levada em consideração a realidade do
crismando, por exemplo:
- porque quer se crismar (se é opção sua ou imposição familiar);
- conhecer a família (visita domiciliar);
- interesses profissionais (para ver o que pode fazer na comunidade);
- etc.
A preparação (catecumenato) deve ser acompanhada
da presença do catequista, que serve como referência dos valores cristãos.
A base importante para formação é a amizade, a
confiança e o respeito, sobre tudo.
É muito importante desperta lideranças no grupo.
O catequista só irá adquirir o respeito dos
crismandos, se der e for exemplo de vida.
Os encontros devem ter:
- integração da fé com a vida;
- dinâmicas de convivência (bem preparadas);
- encontros vivos e envolventes (não é leitura de receita).
O catequista não deve impor, nem dá “aula de
moralismo”, mas envolver os crismandos no seguimento a Jesus Cristo.
Nunca esquecer de encontros para preparar o
catecumenato.
e) O Catequista
É referencia para os jovens. É modelo para eles.
Deve se preocupar com sua formação permanente. A
formação deve comportar?
- doutrina cristã (Credo – O Símbolo dos Apóstolos);
- sua implicações no comportamento do cristão (moral);
- vivência dos Sacramentos e da Liturgia;
- vida de oração (espiritualidade).
f) A Equipe de Formação
Planejamento é importante! E oração também.
Lembre-se que não é um serviço isolado (o ‘eu-quipe’).
O primeiro membro da comunidade (o pároco) é o
responsável pela formação da equipe.
Seja convidado pessoal de boa índole e formação,
para as reuniões.
Lembrar que grupos enormes atrapalham e dificultam
o acompanhamento (formação x crismandos).
Seja fornecido cronograma de atividades. Não
esquecer de momentos de lazer.
g) O Crismando
O Sacramento é administrado ao jovem que tem
condições de fazer opção preferencial por Jesus Cristo.
A idade mínima para inscrição é de 13 anos.
Durante a preparação deve haver comprometimento
com a vida em comum união. E que seja procurado engajar-se na vida da
comunidade.
Nas reuniões seja passada freqüência e se exija no
mínimo 75% de presença dos crismandos nos encontros.
h) Sobre a Perseverança dos Jovens
Junto com o plano de formação, seja redigido um
plano de ação.
i) Sobre os Pais e Padrinhos
Os pais são as primeiras testemunhas (Igreja
Domestica) junto aos filhos. Haja encontros com os pais e padrinhos.
Para ser padrinho ou madrinha é necessário:
- ter mais de 16 anos;
- ser católico praticante;
- se casado (seja na Igreja);
- se separados ou divorciados, não podem está vivendo maritalmente;
- não esteja sob pena canônica;
- Não poderá ser namorado, noiva ou cônjuge (Diretório dos Sacramentos da Diocese da Paraíba).
Segue Normas da Igreja:
Comunhão na mão, boca, em pé, de joelho
Redemptionis Sacramentum
[91.] Na distribuição da sagrada
Comunhão se deve recordar que «os ministros sagrados não podem negar os
sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e
que não lhes seja proibido o direito de receber». Por conseguinte,
qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser
admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada
Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a
Eucaristia ajoelhado ou de pé.
[92.] Todo fiel tem sempre direito a
escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca ou se, o que vai
comungar, quer receber na mão o Sacramento. Nos lugares aonde
Conferência de Bispos o haja permitido, com a confirmação da Sé
apostólica, deve-se lhe administrar a sagrada hóstia. Sem dúvida,
ponha-se especial cuidado em que o comungante consuma imediatamente a
hóstia, na frente do ministro, e ninguém se desloque (retorne) tendo na
mão as espécies eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se
distribua aos fiéis a Comunhão na mão.
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Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 493 - Ano: 2003 - p. 330
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 493 - Ano: 2003 - p. 330
Em síntese: A concessão da Santa Sé para os fiéis receberem a
Santíssima Comunhão na mão (e, por conseguinte, em pé) datada de 1975
deixava aos comungantes a liberdade para aceitarem ou não o novo rito.
Contudo alguns sacerdotes têm obrigado os fiéis a receber a Santíssima
Comunhão na mão (e em pé). Daí resultaram queixas levadas à Congregação
para o Culto Divino, que reiterou o caráter facultativo da nova
modalidade de comungar, mediante um documento de 2002, o qual vai, a
seguir, transcrito.
Em 1975 a Santa Sé concedeu ao clero do
Brasil a faculdade de ministrar a S. Comunhão aos fiéis, postos em pé
com a mão estendida, sendo que o novo rito não seria ser imposto aos
fiéis; estes, se quisessem, poderiam continuar a comungar na boca e de
joelhos.
Verificou-se, porém, que em vários
países os sacerdotes se puseram a negar a Eucaristia a quem estivesse de
joelhos. Isto provocou queixas levadas à Congregação para o Culto
Divino, que respondeu com Carta, a seguir, transcrita.A fim de que fique
bem clara ao leitor a problemática em foco, vai, primeiramente,
publicado o texto da concessão de 1975.
1. A concessão de 1975
Em 05/03/1975 Santa Sé concedeu aos
Bispos do Brasil a faculdade de permitirem a Comunhão na mão em suas
respectivas dioceses, desde que sejam observadas as seguintes normas:
1. Cada Bispo deve decidir se
autoriza ou não em sua Diocese a introdução do novo rito, e isso com a
condição de que haja preparação adequada dos fiéis e se afaste todo
perigo de irreverência.
2. A nova maneira de comungar não
deve ser imposta, mas cada fiel conserve o direito de receber à
Comunhão na boca, sempre que preferir.
3. Convém que o novo rito seja
introduzido aos poucos, começado por pequenos grupos, e precedido por
uma adequada catequese. Esta visará a que não diminua a fé na presença
eucarística, e que se evite qualquer perigo de profanação.
4. A nova maneira de comungar não
deve levar o fiel a menosprezar a Comunhão, mas a valorizar o sentido
de sua dignidade de membro do Corpo Místico de Cristo.
5. A hóstia deverá ser colocada
sobre a palma da mão do fiel, que a levará à boca antes de se movimentar
para voltar ao lugar. Ou então,embora por várias razões isto nos
pareça menos aconselhável, o fiel apanhará a hóstia na patena ou no
cibório, que lhe é apresentado pelo ministro que distribui a Comunhão, e
que assinala seu ministério dizendo a cada um a fórmula: “O Corpo de
Cristo”. É, pois, reprovado o costume de deixar a patena ou o cibório
sobre o altar, para que os fiéis retirem do mesmo a hóstia, sem
apresentação por parte do ministro. É também inconveniente que os fiéis
tomem a hóstia com os dedos em pinça e, andando, a coloquem na boca.
6. É mister tomar cuidado com os
fragmentos, para que não se percam, e instruir o povo a seu respeito. É
preciso, também, recomendar aos fiéis que tenham as mãos limpas.
7. Nunca é permitido colocar na mão do fiel a hóstia já molhada no cálice.
Estas normas se acham na Carta datada de
15/03/75, pela qual a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil transmitia a cada Bispo as instruções da Santa Sé. A mesma
Carta ainda observava o seguinte:
“Só mediante o respeito destas sábias
condições poderemos aguardar os frutos que todos desejam desta medida. A
experiência da distribuição da Comunhão na mão, em vários pontos do
país, revelou pontos negativos, que deverão ser cuidadosamente
eliminados. Assim, alguns ministros deram na mão do fiel a hóstia já
molhada no cálice, enquanto outros, para ganhar tempo, colocaram na
própria mão várias hóstias, fazendo-as escorregar rapidamente, uma a uma, nas mãos dos fiéis, como quem distribui balas às crianças”.
Vê-se que a Santa Sé enfatiza o máximo cuidado para que não haja profanação
da Santíssima Eucaristia nem ocorram irreverências. Entre outras
diretrizes, merecem especial atenção as seguintes: não se deve comungar
andando, mas quem recebeu na mão a partícula sagrada, afasta-se para o
lado (a fim de deixar a pessoa seguinte aproximar-se) e, parado,
comungue. Cada comungante trate de verificar se não ficou na palma na
mão ou entre os dedos alguma parcela de pão consagrado (em caso
positivo, deve consumi-la).É lícito comungar duas vezes no mesmo dia se,
em ambos os casos, o fiel participa da S. Missa (cânon 917).
A intervenção da Santa Sé em 2002
(reiterada em 2003) Expressão do mal-estar causado pela recusa da
Eucaristia, é a seguinte carta dirigida por uma pessoa devota à
Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos:
“Desde muito sinto a necessidade
interior de me ajoelhar no momento de receber a Sagrada Comunhão. Não o
fiz até agora, ciente de que alguns sacerdotes e mesmo Bispos recusam
ministrar o sacramento a quem esteja ajoelhado. Preferi evitar a
possibilidade de um escândalo, embora soubesse que tinha o direito de me
ajoelhar”.
Muitas cartas semelhantes suscitaram a
seguinte resposta da Congregação para o Culto Divino datado de 2002 e
reiterada em fevereiro de 2003.
Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum
Protocolo nº 1322/02/L
Roma, 1º de julho de 2002.
Excelência Reverendíssimos,
Esta Congregação para o Culto Divino
e a Disciplina dos Sacramentos recebeu recentemente, da parte de fiéis
leigos da sua diocese, informação comunicando que se tem recusado a
Sagrada Comunhão aos fiéis que, para recebê-la, se põem de joelhos em
vez de permanecer em pé. Os informantes dizem que tal procedimento pode
estar mais difundido na diocese; todavia a esta Congregação não é
possível averiguá-lo; este Dicastério tem certeza de que Vossa
Excelência está em condições que lhe permitem promover uma investigação
certeira sobre o assunto. Como quer que seja, as queixas proporcionam a
este Discastério ocasião de que o torne conhecido a qualquer sacerdote
que precise ser informado.
Esta Congregação está
realmente preocupada com o grande número de queixas recebidas de várias
partes nos últimos meses. Ela considera que a recusa da Comunhão a um
fiel que esteja ajoelhado, é grave violação de um dos direitos básicos
dos fiéis cristãos, a saber: o de ser ajudado por seus Pastores por meio
dos sacramentos (Código de Direito Canônico, cânon 213).
Em vista da lei que estipula que
ministros sagrados não podem recusar os sacramentos a quem os pede de
modo conveniente, com boas disposições e sem empecilho da parte do
Direito (cânon 843 § 1), não se deve recusar a Sagrada Comunhão a nenhum
católico durante a Santa Missa, excetuados os casos que ponham em
perigo de grave escândalo a comunidade dos fiéis; ocorrem quando se
trata de pecador público ou de alguém obstinado na heresia ou no cisma
publicamente professado e declarado.
Mesmo naqueles países em que
esta Congregação adotou a legislação local que reconhece o permanecer em
pé como postura normal para receber a Sagrada Comunhão … ela o fez com a
condição de que aos comungantes desejosos de se ajoelhar não seria
recusada a Sagrada Eucaristia.
Com efeito, como o Cardeal
Joseph Ratzinger enfatizou recentemente, o costume de ajoelhar-se para
receber a Sagrada Comunhão tem em seu favor uma tradição multissecular, e
é sinal particularmente expressivo de adoração, que corresponde à
verdadeira real e substancial presença de Jesus Cristo Nosso Senhor sob
as espécies eucarísticas.
Dada a importância deste
assunto, esta Congregação pede que V. Ex. investigue se tal sacerdote
recusa habitualmente a Sagrada Comunhão a algum fiel nas circunstâncias
atrás descritas e, se tal é fato real, a Congregação pede também que V.
Ex. lhe ordene firmemente que se abstenha de assim proceder no futuro; o
mesmo seja feito em relação a qualquer outro sacerdote que haja
praticado a mesma falha.
Os sacerdotes devem entender que a
Congregação considerará qualquer queixa desse tipo com muita seriedade,
e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com
muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar
de acordo com a gravidade do abuso pastoral.
Agradeço a V. Ex. a atenção dispensada a este assunto e conto com a sua amável colaboração.
Sinceramente seu em Cristo
Jorge A.
Cardeal
Medina Estévez
Prefeito
Francisco Pio Tamburrino
Secretário
Como se pode depreender, a
Congregação para o Culto Divino considera grave falta a recusa da
Comunhão Eucarística a quem a queira receber de joelhos.
O padre não pode impedir as pessoas de
se ajoelharem na hora da Consagração; seria abuso dele; pois o Missal
Romano manda ajoelhar nesta hora (Ed. Paulus, 6ª Edição, pág. 36; n.
21), diz:
”Ajoelhem-se durante a Consagração, a
não ser que a falta de espaço ou o grande número de presentes ou outras
causas razoáveis não o permitam.”
A Instrução Geral do Missal Romano, diz:
43. Os fiéis estão de pé: desde o
início do cântico de entrada, ou enquanto o sacerdote se encaminha para
o altar, até à oração coleta, inclusive; durante o cântico do Aleluia
que precede o Evangelho; durante a proclamação do Evangelho; durante a
profissão de fé e a oração universal; e desde o invitatório “Orai,
irmãos”, antes da oração sobre as oblatas, até ao fim da Missa, exceto
nos momentos adiante indicados.
Estão sentados: durante as leituras que
precedem o Evangelho e durante o salmo responsorial; durante a homilia e
durante a preparação dos dons ao ofertório; e, se for oportuno, durante
o silêncio sagrado depois da Comunhão.
Estão de joelhos durante a consagração,
exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos
presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém,
que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação
profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.
Catecismo da Igreja:
§1378 – O culto da Eucaristia. Na
liturgia da missa, exprimimos nossa fé na presença real de Cristo sob
as espécies do pão e do vinho, entre outras coisas, dobrando os joelhos,
ou inclinando-nos profundamente em sinal de adoração do Senhor. “A
Igreja católica professou e professa este culto de adoração que é devido
ao sacramento da Eucaristia não somente durante a Missa, mas também
fora da celebração dela, conservando com o máximo cuidado as hóstias
consagradas, expondo-as aos fiéis para que as venerem com solenidade,
levando-as em procissão.” (Mysterium Fidei, 56).
Saiba também: Se chegar com atraso na missa pode comungar?
***********************************************************
Bento XVI na Sacramentum Caritatis
A reverência à Eucaristia
65. Um sinal convincente da
eficácia que a catequese eucarística tem sobre os fiéis é seguramente o
crescimento neles do sentido do mistério de Deus presente entre nós;
podemos verificá-lo através de específicas manifestações de reverência à
Eucaristia, nas quais o percurso mistagógico deve introduzir os
fiéis.(190) Penso, em geral, na importância dos gestos e posições, como,
por exemplo, ajoelhar-se durante os momentos salientes da Oração
Eucarística. Embora adaptando-se à legítima variedade de sinais que tem
lugar no contexto das diferentes culturas, cada um viva e exprima a
consciência de encontrar-se, em cada celebração, diante da majestade
infinita de Deus, que chega até nós humildemente nos sinais
sacramentais.
Oração eucarística- Prefácio da Paixão II (a vitória da paixão):
“…Enquanto a multidão dos santos se
alegre eternamente na vossa presença em humilde adoração, nós nos
associamos a seus louvores,cantando a uma só voz.”
FONTE: Cleofas.com.br
"A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,55-56).
Nossos
sacrários mantêm entre nós a realidade da Encarnação: "O Verbo se fez
carne e habitou entre nós..." E habita ainda verdadeiramente presente
entre nós, não somente de uma maneira espiritual, mas com seu próprio
Corpo. Esta presença real da carne de Cristo (uma carne viva, unida à
alma e à divindade do Verbo, pois Jesus está hoje ressuscitado) é
admiravelmente manifestada pelo milagre de Lanciano. Um milagre que dura
há mais de 12 séculos e que a ciência examinou, e diante dos fatos,
teve que se inclinar.Sim, um
milagre, e bem destinado ao nosso tempo de incredulidade. Pois, como
diz São Paulo, os milagres são feitos não para aqueles que crêem, mas
para os que não crêem. E Deus permitiu para todos os que ainda duvidam
da presença Eucarística do Cristo ou que a negam, que um milagre, que
dura 12 séculos, fosse nos últimos anos, posto em evidência e verificado
pela própria ciência. "Isto é meu corpo! Isto é meu sangue!", disse
Cristo (cf. Mt 26,26-28).Este
prodigioso milagre deu-se por volta dos anos 700, na cidade italiana de
Lanciano, na igreja do mosteiro de São Legoziano, onde viviam os monges
da Ordem Basiliana (de São Basílio).
Entre os monges, havia um que se fazia notar mais por sua
cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. Sua fé
parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que
a hóstia consagrada fosse verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho Seu
verdadeiro Sangue. Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar
continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração.
Foi
quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca
atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração
ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.
Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre,
permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente
sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado
em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
"Ó
bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha
incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo
Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e
admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o
Sangue do nosso Cristo muito amado!"
A
estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram
também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por
toda a pequena cidade, transformando o monge num novo Tomé.
A
Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma
coloração ligeiramente escura, tornado-se rósea se iluminada pelo lado
oposto, e tinha uma aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa
(entre amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de formas e
tamanhos diferentes.
Serenada
a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças
devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim,
construído a mando das pessoas mais credenciadas do lugarejo.
A partir de 1713, até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal.Os
Frades Menores Conventuais guardam o Milagre desde 1252, por vontade
de Landulfo, bispo da vila de Chieti. Os monges da Ordem de São Basílio
guardaram o Milagre até 1176 e os Beneditinos até 1252.Em
1258 os Franciscanos construíram o santuário atual, que foi
transformado em 1700 de romântico-gótico em barroco. Desde 1902 as
relíquias estão custodiadas no segundo tabernáculo do altar monumental,
erigido pelo povo de Lanciano no centro do presbitério.
O Milagre e a Ciência
Aos
reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio
juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e
rigorosas provas de laboratório.
Foi
em 18 de novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais decidiram,
devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome profissional
e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Para tanto,
convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos
de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de
Química e Microscopia Clínica, para, assessorado pelo Prof. Ruggero
Bertelli, Prof. emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de
Siena, proceder aos exames.
Após
alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os
pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises:
- A Carne é verdadeira carne.
- O Sangue é verdadeiro sangue.
- A Carne é do tecido muscular do coração (contém, em seção, o miocárdio, endocárdio, o nervo vago e, no considerável espessor do miocárdio, o ventrículo cardíaco esquerdo).
- A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana.
- No Sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes minerais: cloreto, fósforo, magnésio, potássio, sódio e cálcio. As proteínas observadas no Sangue encontram-se normalmente fracionadas em percentagem a respeito da situação seroproteínica do sangue vivo normal. Ou, seja, é sangue de uma pessoa VIVA.
- A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por doze séculos e expostos à ação de agentes físicos, atmosféricos e biológicos constitui um fenômeno extraordinário.
E
antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas,
realizadas em Arezzo, os doutores Linoli e Bertelli enviaram aos Frades
um telegrama nos seguintes termos:
"E o Verbo se fez Carne!"
E o impressionante é
que é a Carne do Coração. Não a carne de qualquer parte do Corpo
adorável de Jesus, mas a do músculo que propulsiona o Sangue – e
portanto a vida – ao corpo inteiro; do músculo que é também o símbolo
mais manifesto e o mais eloqüente do amor do Salvador por nós.A
Eucaristia é, na verdade, o dom por excelência do Coração de Jesus.
"Meu Coração é tão apaixonado de amor pelos homens", disse um dia o
Cristo em Parayle-Monial, revelando seu Sagrado Coração a Santa
Margarida Maria. Uma paixão que o conduziu à cruz, que torna hoje
presente sobre nossos altares, em nossos sacrários e até em nossos
corações.Em todo o caso, guardemos isto: na Eucaristia eu recebo o Cristo todo inteiro. É verdadeiramente que se dá e que eu como.Tanto
na hóstia como no vinho, está Jesus Cristo vivo e inteiro (corpo,
sangue, alma e divindade). A comunhão eucarística existe nas duas
espécies, na espécie do pão e na espécie do vinho, só que o vinho não é
somente o sangue de Jesus, mas sim o próprio Jesus. E da mesma forma a
hóstia não é somente carne, mas sim o próprio Jesus. O que aconteceu em
Lanciano, acontece em todas as igrejas do mundo e em qualquer missa, a
única diferença é que lá em Lanciano além de transubstanciar a
substância (pão e vinho), transubstanciou-se também a aparência.
De: Gileno Ferreira Diniz
Para: Catequese do Santuário da Mãe Rainha Três Vezes Admirável
1 – Religião
Laço
sagrado que nos une a Deus.
2 – Mistério da Santíssima Trindade
Há um só
Deus verdadeiro, em três pessoas distintas:
- Pai: criou o céu, a terra e tudo que existe;
- Filho: morreu para nos salvar;
- Espírito Santo: que nos santifica.
3 – Tipos de Pecado
O pecado é
uma ofensa a Deus, feita voluntariamente (a pessoa sabe que é pecado e assim
mesmo realiza o ato). O pecado pode ser:
- Original: Pecado cometido por Adão e Eva. Todos nascem criaturas de Deus. Apaga-se com o Sacramento do Batismo, que nos torna filhos e filhas de Deus;
- Venial ou Leve: Pequena ofensa a Deus. Apaga-se com o ato de contrição (Meu Deus eu me arrependo de todo o coração de Vós ter ofendido, mais prometo com a Vossa graça nunca mais pecar. Meu Jesus Misericórdia. Amém) e o arrependimento;
- Mortal ou Grave: Grande ofensa a Deus. Atos que contrariam os Dez Mandamentos. Apaga-se com o Sacramento da Confissão.
4 – Formas de Pecar
Peca-se de
quatro maneiras:
- Pensamentos: Pensando;
- Palavras: Falando;
- Atos: fazendo;
- Omissão: Deixando de fazer o correto.
5 – Jesus Nosso Alimento Espiritual - Hóstia
Consagrada
Na última
Ceia Jesus instituiu a Eucaristia por três motivos:
- Porque é nosso Amigo;
- Para permanecer conosco sempre;
- Para ser nosso alimento Espiritual.
6 – A Santa Comunhão
A
Eucaristia é o nosso alimento da alma. Comungar significa receber Jesus na
Comunhão.
7 – Coisas Necessárias Para Receber a Eucaristia
- Estado de Graça: Estar em estado de graça significa estar em amizade com Deus e não ter nenhum pecado mortal;
- Jejum Eucarístico: Uma hora sem comer ou beber, exceto água;
- Saber e Desejar Receber Jesus no coração.
8 – Coisas Necessárias Para Uma Boa Confissão
- Exame de Consciência: É procurar lembrar-se dos pecados cometidos depois da última confissão;
- Arrependimento dos Pecados: Deve ser sincero e profundo;
- Propósito: Promessa de nunca mais cometer o ato;
- Contar os Pecados ao Sacerdote: Todos os pecados cometidos devem ser ditos ao Sacerdote;
- Fazer a Penitencia: Fazer o que o Padre mandar.
9 – A Confissão nos Dá a Paz
O
Sacramento da Confissão é o Sacramento do amor e do perdão. As vantagens da
confissão são:
- Apaga e perdoa todo pecado;
- Devolve a paz ao coração.
10 – Coisas Importantes da Confissão
As coisas
mais importantes da confissão são duas:
- O Arrependimento;
- O Propósito de nunca mais pecar.
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